Verdade

Somos seres livres, portanto, podemos, queremos e fazemos aquilo que temos vontade, mas temos que ter muita cautela para não machucarmos as pessoas, temos que zelar pela verdade, ainda acredito na resolução de tudo através do diálogo, sim um  sincero diálogo é sempre maravilhoso, por mais que esteja acompanhado de um punhal que será cravado em nosso peito!

"Não existe nada contra a verdade" Daisaku Ikeda

Escrito por Simone Marques às 00h20
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acredito que seja exatamente assim!

Simplesmente verdadeiro! - PARABÉNS pelo texto!

18/04/2009


Círculo

 

De repente a vida para.

A morte.

De repente tudo é tristeza.

Solidão

De repente tudo muda

Transformação

De repente tudo renasce

Sorriso

De repente tudo acontece

Momentos.

De repente felicidade

Amor

E quando vai se ver

Tudo é esquecimento

Tudo é lembrança

Tudo é passado

Nascemos para morrer

Morremos para renascer

Renascemos pra continuar...

 

Escrito por Bella Menina às 03h59

Escrito por Simone Marques às 16h39
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Tucídides (460-399 a.C) navegador e historiador grego:

“O segredo da felicidade encontra-se na liberdade e o segredo da liberdade, na coragem”.

 

Escrito por Simone Marques às 01h14
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Qual é o seu Porto Seguro?

por Rilder Medeiros - Jornalista, palestrante e consultor em comunicação e marketing.

"O lugar mais seguro para todo navio é o porto, protegido por sua previsibilidade, segurança e conforto, mas navios não foram construídos para ficarem ancorados em portos. Seu destino é cortar oceanos, vencer tempestades, unir continentes, transportar pessoas, cargas e sonhos.

Assim como os navios, também temos nossos portos seguros, cujo aparente conforto e proteção nos tentam e ameaçam. Nos tentam porque os enxergamos como destino final da nossa viagem e nos ameaçam porque nos fazem abrir mão da aventura de viajar e descobrir o novo.

A decisão de levantar âncora e soltar as amarras que nos mantém seguros não é fácil. No entanto, a decisão de permanecer é tão difícil quanto à de partir – embora não pareça. Colada a uma escolha haverá sempre uma renúncia. Para cada sim, existirá sempre um não.

Nossos portos seguros estão por todos os lados e nos tentarão a vida interia. Conhecemos, por exemplo, alguém que está casado há anos e para quem o casamento ou a companhia já não faz o menor sentido, mas que prefere continuar na sua calmaria a aventurar-se em mares desconhecidos?

Conhecemos alguém que se frustra diariamente ao levantar e ter que ir a um trabalho que não inspira nem desperta o menor tesão, mas que, mesmo assim, não ousa quebrar a monotonia da rotina?

Quando me vejo como um navio, percebo que minha maior realização não está simplesmente em alcançar um porto e ficar por lá. Minha necessidade é estar sempre navegando. Pois o que mexe de verdade comigo é o prazer da viagem em si. Na vida, como num ato de amor, o que mais me deixa lembranças é aquilo que antecede a catarse."

Escrito por Simone Marques às 23h30
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Filmes do feriado

Sinopse
Um ônibus repleto de turistas atravessa uma região montanhosa do Marrocos. Entre os viajantes estão Richard (Brad Pitt) e Susan (Cate Blanchett), um casal de americanos. Ali perto os meninos Ahmed (Said Tarchani) e Youssef (Boubker At El Caid) manejam um rifle que seu pai lhes deu para proteger a pequena criação de cabras da família. Um tiro atinge o ônibus, ferindo Susan. A partir daí o filme mostra como este fato afeta a vida de pessoas em vários pontos diferentes do mundo: nos Estados Unidos, onde Richard e Susan deixaram seus filhos aos cuidados da babá mexicana; no Japão, onde um homem (Kôji Yakusho) tenta superar a morte trágica de sua mulher e ajudar a filha surda (Rinko Kinkuchi) a aceitar a perda; no México, para onde a babá (Adriana Barraza) acaba levando as crianças; e ali mesmo, no Marrocos, onde a polícia passa a procurar suspeitos de um ato terrorista.

Elenco
Cate Blanchett (Susan)
Brad Pitt (Richard)
Gael García Bernal (Santiago)

Ficha Técnica
Título Original: Babel
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 142 minutos

Ano de Lançamento (EUA):
2006
Estúdio: Dune Films / Zeta Film / Anonymous Content
Distribuição: Paramount Vantage / UIP
Direção: 
Alejandro González-Iñárritu
Roteiro: Guillermo Arriaga, baseado em idéia de Guillermo Arriaga e Alejandro González Iñárritu
Produção: Steve Golin, Alejandro González Iñárritu e Jon Kilik
Música: Gustavo Santaolalla
Fotografia: Rodrigo Prieto
Desenho de Produção: Brigitte Broch
Direção de Arte: Rika Nakanishi
Figurino: Michael Wilkinson
Edição: Douglas Crise e Stephen Mirrione
Efeitos Especiais: Intelligent Creatures Inc. / Lola Visual Effects

Por incrível que possa parecer, eu ainda não havia assistido esse filme, como pude? Imperdível mesmo, retrata a causa e efeito, bem como ação e reação de uma forma bastante real. PARABÉNS!

Sinopse
Danny Balint (Ryan Gosling) é um estudante de uma escola judaica de Nova York que, com o tempo, se torna um feroz anti-semita. À medida que sua fama cresce nos círculos neonazistas do estado Danny percebe uma mudança brusca em sua personalidade, onde convivem ao mesmo tempo seu lado judeu e anti-semita. Aos poucos Danny percebe que sua função na vida é se tornar uma contradição ambulante.

Elenco
Ryan Gosling (Danny Balint)
Summer Phoenix (Carla Moebius)
Theresa Russell (Lina Moebius)
Billy Zane (Curtis Zampf)
A.D. Miles (Guy Danielsen)
Joshua Harto (Kyle)
Glen Fitzgerald (Drake)
Garret Dillahunt (Billings)
Kris Eivers (Carleton)
Joel Garland (O.L.)
Elizabeth Reaser (Miriam)
Dean Strober (Stuart)
Judah Lazarus (Avi)
Ronald Guttman (Pai de Danny)
Henry Bean (Ilio Manzeti)

Ficha Técnica
Título Original: The Believer
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 100 minutos

Ano de Lançamento (EUA):
2001
Site Oficial:
www.believermovie.com
Estúdio: Seven Arts Pictures / Fuller Films
Distribuição: Fireworks Pictures / Europa Filmes
Direção: Henry Bean
Roteiro: Henry Bean, baseado em história de Mark Jacobson
Produção: Susan Hoffman, Christopher Roberts e Eric Sandys
Música: Joel Diamond
Fotografia: Jim Denault
Desenho de Produção: Susan Block
Direção de Arte: Lucio Seixas
Figurino: Alex Alvarez e Jennifer Newman
Edição: Mayin Lo e Lee Percy

Peguei esse filme por engano, pois aluguei Mentiras Sinceras e,  para minha surpresa, encontrei essa verdadeira obra de arte dentro, regada a uma profunda aula sobre psicologia e história, impossível não refletir! Gostei bastante!

Sinopse
Madri, janeiro de 1970. Uma prostituta tem um filho em ônibus, quando tentava chegar na maternidade, e ali mesmo lhe dá o nome de Victor. Após vinte anos, Victor (Liberto Rabal) é um homem, que está começando sua vida adulta e tenta se encontrar com Elena (Francesca Neri), uma desconhecida, que uma semana antes teve relações sexuais com ele dentro de um banheiro. Quando telefona, ela não tem idéia de quem ele é e mesmo dizendo, ela pede que ele não ligue mais. Apesar deste corte, ele não desanima e consegue ir até o prédio dela. Pensando ser outra pessoa, ela abre a porta através do porteiro eletrônico, mas quando o vê fica bastante irritada, pois para ela foi uma transa, quando estava "doida", mas para Victor foi a primeira vez. Ela decide expulsá-lo, ameaçando-o com uma arma. Os dois brigam e acontece um tiro acidental, que não fere ninguém, mas chama a atenção de uma vizinha, que alerta a polícia e para lá são mandados David (Javier Bardem) e Sancho (José Sancho). Ao ver os dois policiais, Victor se apavora e chega a ameaçar Elena, colocando o revólver em sua cabeça. Enquanto David tenta acalmar a situação, Sancho está exaltado e faz ameaças. Quando Victor solta Helena, parece, que tudo vai se acalmar, mas Sancho pula em cima dele e os dois começam a brigar e novamente a arma dispara, mas desta vez a bala atinge David, que fica paralítico. Ele é condenado há seis anos, David e Elena se casam e Sancho e Clara (Ángela Molina), sua esposa, tem um casamento infeliz. Quando Victor é posto em liberdade, ele herda 150 mil pesetas da mãe, que morreu de câncer. Ao ir visitar seu túmulo, repara que o pai de Elena está sendo enterrado. Ele se aproxima como se fosse um amigo da família e, ao dar os pêsames, fala discretamente para Elena que gosta muito dela. Quando todos tinham ido embora e só Victor ficara no local, chega Clara, que se perdera. Os dois começam a conversar e em pouco tempo se tornam amantes. Este é o primeiro passo para que o caminho de todos os cinco se cruzem.

 Elenco
Javier Bardem (David)
Francesca Neri (Elena)
Liberto Rabal (Victor Plaza)
Ángela Molina (Clara)
José Sancho (Sancho)
Penélope Cruz (Isabel)
Pilar Bardem (Dona Centro)
Álex Angulo (Motorista de ônibus)
Mariola Fuentes
Voel Be

 Ficha Técnica
Título Original: Carne Trémula
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 147 minutos

Ano de Lançamento (Espanha):
1997
Estúdio: CiBy 2000 / El deseo S.A. / France 3 Cinéma
Distribuição: 20th Century Fox Film Corporation
Direção: 
Pedro Almodóvar
Roteiro: Pedro Almodóvar, Jorge Guerricaechevarría e Ray Loriga, baseado em livro de Ruth Rendell
Produção: Agustían Almodóvar
Música: Alberto Iglesias
Direção de Fotografia: Affonso Beato
Direção de Arte: Antxón Gómez
Figurino: Humberto Cornejo e José Maria De Cossio
Edição: José Salcedo
Efeitos Especiais: Molina

Simplesmente AMEI! Retrata de forma bem clara a rigorosidade da Lei de Causa e Efeito! Tinha que ser Amodóvar. Indicadíssimo!

Escrito por Simone Marques às 16h29
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Albert Einstein

Em 18 de abril de 1955, morria Albert Einstein, físico alemão,
radicado nos Estados Unidos, mais conhecido por desenvolver a teoria da
relatividade.

Em um breve discurso, Albert Einstein disse certa vez:

"O espírito científico, fortemente armado com seu método, não existe sem a
religiosidade cósmica. Ela se distingue da crença das multidões ingênuas que
consideram Deus um Ser de quem esperam benignidade e do qual temem o castigo
- uma espécie de sentimento exaltado da mesma natureza que os laços do filho
com o pai, um ser com quem também estabelecem relações pessoais, por
respeitosas que sejam. Mas o sábio, bem convencido, da lei de causalidade de
qualquer acontecimento, decifra o futuro e o passado submetidos às mesmas
regras de necessidade e determinismo. A moral não lhe suscita problemas com
os deuses, mas simplesmente com os homens. Sua religiosidade, consiste em
espantar-se, em extasiar-se diante da harmonia das leis da natureza,
revelando uma inteligência tão superior que todos os pensamentos humanos e
todo seu engenho não podem desvendar, diante dela, a não ser seu nada
irrisório. Este sentimento desenvolve a regra dominante de sua vida, de sua
coragem, na medida em que supera a servidão dos desejos egoístas.
Indubitavelmente, este sentimento se compara àquele que animou os espíritos
criadores religiosos em todos os tempos."


Escrito por Simone Marques às 22h59
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O Processo - Franz Kafka

O Processo é um romance de Franz Kafka, que conta a história de um bancário que é processado sem saber o motivo, este é Josef K.

O perfil de K. era de um funcionário exemplar, sendo que trabalhava num famoso banco e tinha um cargo de grande responsabilidade. Desempenhava sua função com muita dedicação, razão que o levou, em pouco tempo, a crescer na empresa.

Porém na manhã em que completara 30 anos, Josef K. foi detido em seu próprio quarto por dois guardas, que tomaram o café que devia ter sido dele, e depois, sugeriram estarem sendo subornados. Neste momento inicia o pesadelo de Josef K., que foi detido sem ter feito mal algum. De principio, imaginava ser uma brincadeira de seus colegas de banco, pois não podia acreditar no que estava acontecendo.

Josef K. acreditava que todo o mal entendido seria esclarecido e ao ser convocado para um interrogatório viu a oportunidade de isto acontecer. Estava errado. Deparou-se com um inspetor rude e agressivo que o ameaçava e fazia chantagens. Contudo K. exigia esclarecimentos, porém inutilmente, já que nem o inspetor e nem os guardas sabiam sobre o motivo de sua detenção.

E toda narrativa segue sem que se conheça quem teria denunciado Josef K. às autoridades e o motivo de estar sendo preso. Apesar disso, o personagem central luta o tempo todo para descobrir do que estava sendo acusado, quem o acusava e com embasamento em que lei. Contratou um advogado na esperança de ter alguma saída e também para obter informações sobre o seu caso, mas logo ele foi dispensado, pois não estava dando muita atenção ao processo dele.

Tentou entrar em contato com o judiciário, mas teve pouco sucesso, o que encontrou foram muitos processos, sendo o dele apenas mais um que ficaria esperando por muito tempo. Todo o desenrolar do processo não lhe parecia verdadeiro, os acusadores e as testemunhas tinham atitudes duvidosas e absurdas, até crianças eram chamados a prestar depoimentos.

No final, Josef K. se encontrava sem ânimo para prosseguir lutando contra um processo que ele nada conhecia, estava apático e indiferente. Pode-se interpretar que no capítulo X: O fim, Josef K. combinou para que dois senhores o matassem, e assim foi feito.

"(...) as mãos de um dos senhores seguraram a garganta de K. enquanto o outro lhe enterrava profundamente no coração a faca e depois a revolvia ali duas vezes." (KAFKA, 2004, p. 254).

Este é o fim de Josef K.

Tuca Andrada conta que construir o personagem Josef K. foi um desafio que para o ator, e diz, ainda se tratar de um personagem em construção. "Josef K é um queba cabeças, muito fácil de um ator se perder. Ele poder ser lido de inúmeras maneiras dependendo do que a direção propõe, e José Henrique me deixou livre em escolher meu caminho. Josef K é um homem racional e se perde dentro dos labirintos daquele tribunal e vê sua racionalidade ser jogada no lixo"  diz ele.

Trata-se de uma obra com o poder de inúmeras interpretações, com uma complexidade jamais vista, enfim trata-se do universo humano.  

 

 

 

Escrito por Simone Marques às 00h17
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Quantas "Mercedes" existem em vc? ADOREI....

 Há tempos não chorava de rir...E de chorar por chorar também!

"o FIM é sempre ruim, se fosse bom seria o COMEÇO..."

SINOPSE

Casada e mãe de dois filhos, Mercedes decide, mesmo sem saber bem o porquê, procurar um psicanalista. O que antes era apenas uma curiosidade se transforma em uma experiência devastadora, que provoca uma série de mudanças em sua vida. No divã, Mercedes questiona o seu casamento, a realização profissional e seu poder de sedução. Baseada na peça de teatro de mesmo nome.

FICHA DO FILME

  • Título original: Divã
  • Diretor: José Alvarenga Jr.
  • Elenco: Lília Cabral, José Mayer, Alexandra Richter, Reynando Gianecchini, Cauã Reymond, Paulo Gustavo, Elias Gleizer
  • Gênero: Comédia Dramática
  • Duração: 93 min
  • Ano: 2009
  • Data da Estréia: 17/04/2009
  • Cor: Colorido
  • Classificação: Não recomendado para menores de 14 anos
  • País: Brasil

Escrito por Simone Marques às 23h58
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Pensamento para toda a vida

"Entre Mestre e discípulo não há diferenças. Há, sim, sonhos em comum a serem concretizados."

 

 

Escrito por Simone Marques às 01h20
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Querido amigo, muito obrigada por todo apoio....

"O genuíno devoto do Sutra de Lótus é aquele que assume com total coragem e convicção a missão que lhe é cabida, nessa existência e nas posteriores.

 

"Coragem", creio eu, é o adjetivo que melhor lhe cai. Nunca perca, então, essa coragem, característica que lhe confere um brilho único, que resplandece, em seu próprio semblante, e por fim leva esperança e, por conseguinte, coragem a todos ao seu redor."

 

Um grande beijo à "Rainha do Sorriso da RM Santana",

 

André Minami 

 

Escrito por Simone Marques às 01h15
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Marcella Detroit - I Believe

Eu acredito
Agora todos têm o direito de viver suas vidas
oh, mas nós estamos distantes, bem distantes do paraíso
Se existe liberdade, diga-me por que todos querem lutar? 
Porque nós estamos distantes, bem distantes do paraíso. 
Você deve ser forte o bastante 
Você deve ser rico o bastante
Você deve ser cego o bastante 
para deixar tudo isso de lado 
Não importa o que você faça 
isto continuará voltando pra mim e você 

Dê um pouco de amor e você o terá de volta 
Dê um pouco de dor, você está preso numa armadilha. 
Para cada pequena coisa que você diz ou faz 
dê um pouco de amor e ele irá voltar pra você 

Você tem suas razões mas você tem certeza que elas estão certas?
Oh, porque nós estamos distantes, bem distantes do paraíso
Não deixe sua raiva ou seu medo se tornar suicidio  
porque nós estamos distantes, bem distantes do paraíso
Nós devemos ser fortes o bastante 
Nós devemos ser grandes o bastante
Nós esperamos o suficiente 
Agora é hora de dizer adeus 
Nós temos algumas regras para queimar 
há muitas lições para serem aprendidas...
 
Dê um pouco de amor e você o terá de volta 
Dê um pouco de dor, você está preso numa armadilha. 
Para cada pequena coisa que você diz ou faz 
dê um pouco de amor e ele irá voltar pra você 

Dê um pouco de amor e você o terá de volta 
Dê um pouco de dor, você está preso numa armadilha. 
Para cada pequena coisa que você diz ou faz 
dê um pouco de amor e ele irá voltar pra você 

Eu acredito em paz e harmonia 
Você tem que acreditar no amor antes que você possa ser livre 
então pegue a mão de alguém, todos façam um amigo
Eu quero que você acredite no amor 
como eu acredito...

Dê um pouco de amor e você o terá de volta 
Dê um pouco de dor, você está preso numa armadilha. 
Para cada pequena coisa que você diz ou faz 
dê um pouco de amor e ele irá voltar pra você 

Para cada pequena coisa que você diz ou faz   
Dê um pouco de amor e você o terá de volta

Escrito por Simone Marques às 18h34
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Recomendo...é uma ótima pedida para tomar algo envolto a um gostoso diálogo!

Papo, Pinga e Petisco

Pç. Roosevelt, 118 - Centro - São Paulo - SP

Tel: (11) 3257-4106

   
Faixa de Preço: até R$ 20 (importante: Não aceitam cartões, apenas cheque ou dinheiro) 
Horário: De seg a qui das 18h à 0h30. Sex e sáb das 18h às 2h30.
Idade Mínima: 18
Faixa Etária: de 25 a 30
Lotação: 60
Gênero: Blues/Jazz

Escrito por Simone Marques às 22h15
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PRAÇA ROOSEVELT

Fui apresentada à Praça Roosevelt por uma amiga, Patrícia Lobo, e misticamente nunca tive o prazer de sua companhia por lá, conheci sozinha e é assim que gosto de frequentá-la até hoje: EM MINHA COMPANHIA! Sem falar do maravilhoso sanduba de carne louca do Papo, Pinga e Petisco, antes ou depois da peça, depende da fome!

Segue uma matéria bacana, publicada na Revista BRAVO! | Abril/2009

Boemia, Ribalta e Cerveja

A praça Roosevelt, em São Paulo, integrou o teatro à vida noturna da cidade. O lugar se tornou ponto de encontro de atores, diretores e aspirantes — e um exemplo de como as artes cênicas podem sobreviver sem ajuda estatal

Gabriela Mellão

 

Assista a depoimentos de frequentadores da praça

O bar está lotado, a cerveja é geladíssima e a conversa, animada. Camisetas de bandas de rock, regatas, minissaias de brechó e coturnos vestem um público predominantemente jovem. Como num pub londrino, perto da meia-noite toca uma sineta. Ao contrário do que ocorre na Inglaterra, o toque não indica o fim da festa, mas o início do espetáculo. Afinal, não estamos num pub, mas no teatro. Mais precisamente no Espaço dos Satyros 1, localizado na praça Roosevelt, no centro de São Paulo. Regatas, minissaias e coturnos se encaminham para a sala onde terá lugar a estreia de Natureza Morta, peça do premiado dramaturgo Mario Vianna dirigida por Eric Lenate.

Banal nas noites de sexta-feira em São Paulo, a descrição acima embute uma revolução. Para entender sua magnitude, é o caso de congelar a cena e, como num hipertexto, puxar flechinhas da fotografia:

• "O bar está lotado, a cerveja é geladíssima e a conversa, animada." Os teatros pertencentes às trupes Os Satyros e Parlapatões, Patifes e Paspalhões consagraram um modelo de negócio que revolucionou o teatro de grupos no Brasil. Até pouco tempo atrás, companhias alternativas como essas só conseguiam sobreviver com ajuda estatal. Agora, elas pagam as próprias contas e ainda abrem espaço para o surgimento de novos talentos. Tudo começou meio por acaso, com Os Satyros, grupo que em 2009 completa 20 anos e foi o primeiro a se mudar para a então deteriorada praça, há exatos nove anos (e que celebra a data estreando um novo espetáculo). Em 2000, o grupo teve a ideia que mudou o modelo de negócio do teatro alternativo de São Paulo: abriu um bar no saguão de sua sede, com objetivo de criar um ponto de encontro para os que iam assistir às suas peças. "Hoje é o bar, e não o teatro, que paga o nosso aluguel", diz o diretor Ivam Cabral, um dos fundadores dos Satyros. Os Parlapatões, que têm sua sede na praça desde 2006, seguiram o mesmo caminho — e estimam que pelo menos metade de sua receita venha do bar. Esse estilo de negócio começa a se espalhar por outras companhias de São Paulo. "É um modelo que assegura de fato a sobrevivência de grupos sem patrocínio, além de ser democrático, dando oportunidade para que muitos artistas mostrem o seu trabalho", diz o encenador e dramaturgo Roberto Alvim, fundador, ao lado da atriz Juliana Galdino, do Club Noir, que fica na rua Augusta — também na região central da cidade, também uma combinação de teatro e bar.

• "Camisetas de bandas de rock, regatas, minissaias de brechó e coturnos vestem um público predominantemente jovem." A praça Roosevelt se beneficiou de uma mudança recente na vida boêmia de São Paulo, que se deslocou para a região da rua Augusta, próxima à praça. Com isso, o teatro passou a disputar a atenção do público jovem com o cinema e o rock — e, por incrível que pareça, levou vantagem. "A praça trouxe mesmo os jovens de volta ao teatro", afirma o escritor e dramaturgo Marcelo Rubens Paiva, ele próprio um frequentador do local. Paiva tem uma teoria sobre isso. "A dramaturgia que surgiu com o Teatro de Arena nos anos 60 e apresentou peças em novo formato aproximou muita gente do teatro. Ela ficou esquecida por muito tempo e ressurgiu na praça", diz o escritor, que também é dramaturgo e ganhou um novo entusiasmo pela arte teatral graças à Roosevelt.

• "Como num pub londrino, perto da meia-noite toca uma sineta." Quando Os Satyros se estabeleceram na praça, a temporada teatral da cidade se resumia às sessões dos fins de semana. "Até a quinta-feira havia sido abolida", diz o diretor Ivam Cabral. Ele foi chamado de louco ao montar uma programação pouco usual, que não demorou a se estender para todos os dias da semana, em horários variados. Foi aí que teve uma ideia que se revelou genial: criar a sessão da meia-noite de sexta e sábado, o atual horário nobre da Roosevelt. Isso integrou o teatro à vida noturna da cidade. Assistir a uma peça no lugar passou a ser algo para fazer depois da happy hour e antes da festa, numa cidade cuja vida noturna começa por volta das duas da manhã. A sineta que lembra os pubs londrinos acabou se tornando uma marca registrada da praça. É ela que marca o sinal que antecede as peças.

São sete os teatros da Roosevelt — incluindo o novo que abre no dia 17 deste mês, batizado de Miniteatro e dirigido pela dramaturga Marília Toledo e pelo diretor Kleber Montanheiro. Mais do que garantir a sobrevivência dos grupos, atrair os jovens e se integrar à efervescente vida noturna da cidade, a praça Roosevelt é, acima de tudo, um grande ponto de encontro — onde artistas conhecem artistas e todos entram em contato com um público crescente que vai lá não apenas pelas peças, mas também pelo agito. "A partir dos Satyros, a praça passou a reunir teatros e bares próximos uns aos outros, tornando-se um lugar propício ao encontro entre artistas e boêmios", diz o veterano diretor José Celso Martinez Corrêa.

CONVERSA DE BAR: "quer dirigir? Quero!"

Se existe um mestre-de-cerimônias desse espaço onde atores buscam personagens e autores quem os encene, ele se chama Mário Bortolotto. O dramaturgo e diretor, fundador do grupo teatral Cemitério de Automóveis, reclama que a praça anda muito "crowdeada" (gíria anglófila para lotada), mas não sai de lá. Está sempre em cartaz em seus teatros e bares. Bortolotto faz da Roosevelt uma extensão de sua casa, que fica próxima. Diariamente, ou quase, encontra os amigos no Espaço Parlapatões, conversa e bebe. As noitadas não atrapalham sua produtividade. Considerado o principal herdeiro de Plínio Marcos, Bortolotto acha que a praça é importante até para seu trabalho como dramaturgo. "As pessoas com quem encontro e converso me inspiram", afirma.

O outro grande agregador de gente da classe artística no local é o escritor Marcelo Rubens Paiva. No início, ele ia apenas para encontrar os amigos. Não demorou a ser fisgado pelo teatro. "Sou daqueles que vão e assistem", afirma Paiva. Por causa da Roosevelt, ele se tornou diretor. "Encomendaram um texto a mim. Precisavam de um diretor. Aí, um dia, eu estava ali, no bar, olharam para minha cara e disseram: "Quer dirigir?", conta ele, que atualmente está em cartaz no Sesc Avenida Paulista com A Noite mais Fria do Ano, peça da qual assina texto e direção, ao lado de Fernanda D'Umbra, outra assídua da praça. O elenco reúne vários de seus companheiros de bar: além de Bortolotto e Hugo Possolo, dos Parlapatões, os atores Paula Cohen e Alex Gruli. Ou seja, um típico caso de interação entre boemia e teatro.

Está longe de ser o único. A presença constante de Bortolotto, Paiva e vários outros diretores e dramaturgos atrai artistas que vão à praça para fazer networking, ou seja, conhecer gente e encontrar trabalho. Segundo a atriz Giovanna Velasco, da Cia. Satéllite, o burburinho do local rende contratos sobretudo para os que não estão procurando. "Ator mais novo, que se arruma todo para vir à Roosevelt na maior expectativa, geralmente volta para casa frustrado", diz ela, que, graças às noitadas passadas na praça, conheceu a produtora de Os Descolados, uma nova série da MTV, e se integrou ao elenco. A atriz, que morou três anos na Espanha, compara a ebulição intelectual da Roosevelt à do bar Marsella, da Barcelona dos anos 50 do século 20, que era frequentado por Pablo Picasso, Salvador Dalí e outros artistas revolucionários. "Como na Roosevelt, ali nasceram inúmeros projetos. A boemia é um palco para a criação."

O diretor Regis Trovão já admirava a arte feita pelos Satyros muito antes de começar a trabalhar com teatro. Ele se mudou para os arredores da praça no ano 2000 e acompanhou todo o renascimento da Roosevelt. A região que concentra o mercado financeiro, a chamada "City paulistana", fica perto da praça — e Trovão, que trabalhava lá, ia quase que diariamente ao teatro depois do expediente. Um dia, encontrou Mário Bortolotto na calçada do La Barca, um dos bares da região, e expôs seu desejo de se tornar diretor de teatro. Ganhou a chance de sua vida: um convite para fazer assistência de direção de um texto de Bortolotto, A Frente Fria que a Chuva Traz. "Frequentar a Roosevelt ajuda a carreira porque aqui você está num foco disseminador de trabalho", diz ele, que por fim largou o emocionante mundo das finanças e mergulhou no teatro.

Constantemente, as calçadas da Roosevelt exibem cenas surpreendentes, que poderiam estar dentro de suas salas de espetáculo. Como a ocorrida numa noite quente de março. Jovens, gente de meia-idade, senhoras e senhores dividem as mesas dos bares, com seus cabelos médios, curtos, compridos, pomposos, cheirosos, ensebados, raspados, espetados, de cores e texturas variadas. De repente, irrompem artistas vestidos de mendigos. Eles chamam atenção enquanto correm pela rua, com suas roupas esfarrapadas, balbuciando sons desconexos. Um deles para e se ajoelha no chão, obstruindo a passagem de um jovem tatuado, sem camisa. Atrás dele, uma família de negros é obrigada a diminuir o passo e contornar o performer. Por pouco não é atropelada por duas garotas emperiquitadas, que gargalham, concentradas na própria conversa. Até que um grito vindo do coração da praça rouba os olhares de todos: garotos são revistados pela Polícia Militar, corporação conhecida pela maneira pouco espalhafatosa com que faz esse tipo de coisa.

Com tantos atrativos e emoções, a Roosevelt ganhou frequentadores habituais, que não são necessariamente os mesmos que vão ao teatro em outros lugares da cidade. Um deles é o jornalista Jacques da Costa Carvalho, que vai ao local diariamente — e, de tanto frequentá-lo, comprou um imóvel próximo dali. "Aqui convivo com todo tipo de gente, dos bairros chiques e humildes, passando por celebridades como o governador José Serra, a apresentadora Adriane Galisteu e a jornalista Marília Gabriela", diz ele. A comerciária Graciela Monteserrat vai lá em busca de teatro e do ambiente festivo. Ela acha que há três tipos de público, os que só bebem, os que só vão ao teatro e os que fazem os dois programas (existe um quarto tipo: o que vai com a intenção de assistir a uma peça, toma a primeira, a segunda, a terceira e... "o que era mesmo que eu tinha vindo fazer aqui?").

O logradouro paulistano, como a Ipanema carioca dos anos 60, já começa a inspirar músicas. O compositor Luiz Pinheiro, que já compôs para Cássia Eller, resolveu tornar a praça sua musa. Eis alguns dos versos de Na Praça Roosevelt, escrita em parceria com Edu Castanho e Vanessa Bumagny:

Na praça Roosevelt

transexual fica grávida

e menino chora

na barriga da mãe.

Na praça Roosevelt

coisas lindas passam com graça

na calçada dessa praça

que não é de Ipanema

mas devassa.

Na praça Roosevelt

tem cults, tem kilts.

Casais se beijam

sob a chuva

e nos teatros

atores jovens dados e maduros

atuam orgias

orgasmos e amores impuros.

Escrito por Simone Marques às 21h27
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Os eternos Mestres - Presidentes da Soka Gakkai Internacional

Tsunessaburo Makiguti
Fundador e 1º presidente da Soka Gakkai


"O estudo não é considerado uma preparação para
a vida; ele acontece enquanto se vive, e a vida acontece em meio ao estudo. Estudo e vida real
são vistos não apenas como paralelos;
eles trocam informações intercontextualmente,
o estudo dentro da vida e vice-versa,
por toda a existência do indivíduo."

Jossei Toda
2º presidente e co-fundador da Soka Gakkai

"É meu ardente desejo que a humanidade se livre
do ciclo da guerra e crie sucessivas gerações de pessoas imbuídas de um profundo respeito pela dignidade da vida."

Daisaku Ikeda
Presidente da Soka Gakkai Internacional
 

"Seja como for, a grandiosa 'revolução humana' de uma única pessoa irá um dia impulsionar a mudança total do destino de um país e, além disso, será capaz de transformar o destino de toda a humanidade."

Escrito por Simone Marques às 18h03
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Mais uma VITÓRIA TOTAL!

Em meados de Fevereiro/2009 passei a sentir dores no braço esquerdo. Inicialmente fora tratado como uma tendinite, e mesmo após o uso contínuo de antiinflamatório por quase 15 dias, a dor persistia. Foi quando resolvi procurar meu ortopedista dos pés, Dr. Fábio Watanabe, inicialmente ele disse que os sintomas eram de uma bursite e me receitou mais intiinflamatórios e pediu que realizasse uma ressonância do ombro, na outra semana, já em poder do exame solicitado, ele constatou que não havia nada no ombro e nem no braço, então solicitou uma radiografia do coluna cervical. Olhando ao RX, pediu prontamente uma ressonância da coluna cervical, consegui marcar para aquela mesma semana. As dores estavam cada vez mais insuportáveis, tendo que se locomover quase toda a madruga para o hospital, onde era medicada com Tramal e morfina. Na sexta-feira pela madrugada, fui novamente ao hospital, agora já em poder do resultado da ressonância. Fui atendida pelo médico ortopedista que já havia me atendido por umas duas vezes, e quando ele olhou o exame, me orientou que procurasse o Dr. André Lafratta dali a algumas horas. Saí do hospital às 5 horas e retornei às 8 horas, o Dr. André havia tido uma emergência e desmarcou todos os seus pacientes daquela manhã para o período da tarde. Quando retornei ao médico, ele olhando o exame, de pronto me falou: "é um caso cirúrgico, está quase obstruída a passagem do líquor da medula, um tranco mais forte, você pode ficar tetraplégica.", tratava-se de uma discopatia dolorosa degenerativa. Fiquei em estado de choque, e que a dormência e formigamento do braço, era devido a compressão do nervo, que podia  matá-lo e eu não conseguir mexer mais o braço. Disse-lhe que procuraria outra opinião, mas deixamos a cirúrgia previamente agendada para o dia 03/04/2009. Busquei opinião de outros 3 médicos, o primeiro disse que realmente era caso cirúrgico, o segundo me disse que deveríamos tentar fisioterapia e acumpuntura e o terceiro e último, indicado pelo meu ortopedista, disse para tomar mais antiinflamatórios e fisioterapia, e caso não resolvesse, poderíamos operar no dia 15/04/2009. A dúvida é uma das piores coisas que podemos sentir, procurei meu acupunturista, disse-lhe para me dar o veredicto e que havia confiado bastante no primeiro médico, então ele me disse que era melhor operar mesmo, haja vista já ter feito um tratamento longo com a acupuntura e não ter tido resposta alguma, e que muito menos a fisioteraia resolveria o problema. Pronto! O nervosismo todo já havia passado, pois já havia decidido pelo melhor caminho! Nesse lapso temporal, realizei muito daimoku para o meu pronto reestabelecimento com a ajuda da minha grandiosa família SOKA! Muitíssimo obrigada! Tudo ocorreu conforme o determinado e previsto, a cirurgia realizada na sexta-feira dia 03/04/2009 foi VITÒRIA TOTAL! Recebi alta no domingo pela manhã e já pude sair caminhando. As dores??? Foi como tirar com a mão, não sinto dores, apenas um desconforto onde foi realizado o enxerto ósseo e colocado 2 parafusos! Agradeço imensamente meu mestre da vida, Dr. Daisaku Ikeda, por todas as orientações e incentivos para sermos FORTES e JAMAIS DERROTADOS! Querido Mestre, realmente ser forte é ser feliz. MUITÍSSIMO OBRIGADA! Fazendo uma análise de todo o episódio, chego a conclusão de que realmente nada é por acaso, pois se no meu grave acidente automobilístico, ocorrido em Agosto/2007, estivesse usando o cinto de segurança, teria ficado tetraplégica! Sem falar do outro acidente, ocorrido em 26/09/2008, onde quebrei o nariz no volante do carro, pois o cinto de segurança não funcionou devido a pouca velocidade! Já estou "quase" totalmente reestabelecida, agora é somente aguardar o tempo necessário da recuperação!

Sejam Fortes

Poema do presidente da SGI, Daisaku Ikeda, aos membros de todo o mundo.
Este poema foi apresentado por ocasião de seu discurso de aceitação do título de Doutor Honoris Causa
pela Universidade Federal do Peru, em 4 de setembro de 1999.



Sejam fortes!
Sejam fortes!
Sejam absolutamente fortes!

Ser forte é ser feliz, é ser vitorioso.
Aqueles que são fortes conseguem conduzir as pessoas
pelo valoroso curso da vida de paz, justiça e felicidade.

Ser fraco é ser infeliz.
É viver temeroso, sem forças
para reagir contra os abusos, os insultos e a violência.

Ser fraco é ser derrotado.
O fraco é destituído de boa sorte
e suas orações não têm resposta.

O que transforma a fraqueza numa grande força
é a prática da fé, o exercício budista
e a disposição de lutar com destemor.

O covarde é sempre um invejoso
que desdenha a felicidade dos outros
e critica as pessoas de bem.

É um perdedor na vida, ignóbil e vil,
sem convicção nem caráter.

Uma pessoa valente e justa não se importa com os covardes
e avança para o futuro, destemida como um leão.

Uma pessoa de coragem tem viva disposição
e sente prazer em sua atuação.

O covarde só vive batalhas perdidas,
está sempre triste, sombrio e não sorri.

Temor é inferno, coragem é alegria.
Jamais esqueçam que
somente a devoção na prática da fé,
sem poupar a própria vida,
é a fonte que os transforma em bravos guerreiros da vida,
que fortalece nas profundezas de seu ser o supremo estado de vida.

Com esse valente espírito
Coroemos nossa vida com justiça, coragem e vitória!

Daisaku Ikeda

Escrito por Simone Marques às 00h07
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